Como trocar o sistema antigo por facial
Migrar de interfone, cartão ou biometria digital desgastada para reconhecimento facial não precisa parar a portaria. Entenda o processo, o cadastro antigo e o cabeamento reaproveitado.
Cadastro migrado
Dados de moradores e funcionários já cadastrados no sistema antigo costumam ser aproveitados na base do novo equipamento.
Cabeamento reaproveitado
Fiação de fechadura elétrica e botoeira já instalada geralmente é compatível com o novo terminal facial.
Portaria sem interrupção
O sistema antigo continua ativo até a ativação completa do facial, com transição planejada fora do horário de pico.
10+
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Quem costuma migrar
De onde vêm os sistemas trocados
Quem decide trocar sistema antigo por facial geralmente parte de uma dessas situações.
Interfone comum sem controle
Condomínios que dependem só de interfone para liberar moradores, sem nenhum registro automático de entrada.
Cartão de proximidade perdido
Empresas cansadas de repor cartões perdidos ou emprestados entre funcionários sem controle real.
Biometria digital desgastada
Leitores digitais com falha de leitura por sujeira ou desgaste natural nos sensores após anos de uso.
Chave física em uso comum
Prédios comerciais ou galpões que ainda usam chave compartilhada, sem qualquer registro de quem entrou.
Condomínios em reforma da portaria
Aproveitamento de obra já em andamento para modernizar o controle de acesso junto com a reforma.
Empresas trocando de sede
Mudança de endereço aproveitada para instalar controle de acesso mais moderno desde o início.
Processo
Como funciona a migração passo a passo
Diagnóstico do sistema atual
A Artech avalia o que existe hoje, incluindo cabeamento, fechadura elétrica e base de cadastro do sistema antigo.
Planejamento da transição
Definição de horário e etapas de instalação que mantêm o sistema antigo funcionando até a virada.
Instalação do novo terminal facial
Instalação profissional reaproveitando cabeamento compatível e ajustando o que for necessário.
Migração e cadastro em lote
Dados de moradores ou funcionários migrados para a nova base, com cadastro fotográfico complementar.
Desativação do sistema antigo
Só depois do novo sistema validado em uso real é que o antigo é desligado, com suporte técnico contínuo após a virada.
Por que isso importa
A migração não precisa ser um risco
Mito vs realidade sobre trocar de sistema
Mito: "trocar o sistema de acesso significa quebrar tudo de novo e ficar sem portaria funcionando por dias". Realidade: uma migração bem planejada mantém o sistema antigo ativo até o novo estar completamente testado, e boa parte do cabeamento já instalado, como fiação de fechadura elétrica e botoeira, costuma ser reaproveitada, o que reduz obra e tempo de instalação.
O cadastro antigo não se perde
Um dos maiores receios de síndicos e gestores é ter que refazer todo o cadastro de moradores ou funcionários do zero. Na prática, os dados básicos já existentes, como nome e unidade vinculada, costumam ser importados para a nova base, restando apenas complementar com a captura da foto para o reconhecimento facial. Isso torna o processo de migração muito mais rápido do que uma implantação totalmente nova, e é por isso que a Artech recomenda planejar a troca em etapas, sem pressa e sem deixar a portaria vulnerável em nenhum momento.
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Comprar
Estrutura própria do condomínio ou empresa
Custo total menor no longo prazo
Patrimônio contabilizado como ativo
Sem limite de contrato
Parcelamento disponível para aprovação em assembleia
Suporte técnico incluso no primeiro ano
Locar
Mensalidade fixa, sem entrada
Zero investimento inicial, mais fácil de aprovar em assembleia
Instalação da migração inclusa
Manutenção e defeitos inclusos
Orçamento mensal previsível
Suporte técnico incluso na mensalidade
Dúvidas frequentes
Perguntas sobre a troca do sistema antigo
Próximo passo
Planeje a migração sem parar a portaria
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